Seis bancos cortam preços-alvo da CMS Energy antes de Michigan cortar aumento de gás em US$ 101 milhões

Michigan concedeu à Consumers Energy US$ 139,2 milhões dos US$ 240 milhões de aumento de gás que pedia, com retorno sobre o patrimônio líquido de 9,8%. Seis bancos já haviam cortado suas projeções para a ação; o primeiro outlook da companhia desde a saída das renováveis chega em 27 de outubro.

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Vincent JiangVincent Jiang · 3 min read
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Garrick Rochow, presidente e diretor-executivo da CMS Energy
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O diretor-executivo da CMS Energy, Garrick Rochow. A Consumers Energy, concessionária da companhia, obteve US$ 139,2 milhões de um aumento de gás de US$ 240 milhões em 15 de outubro; a CMS divulga os resultados do terceiro trimestre em 27 de outubro.

Michigan concede 58 centavos por dólar

Em 15 de outubro de 2026, a Comissão de Serviço Público de Michigan, que regula as concessionárias do estado, aprovou um aumento anual de gás de US$ 139,2 milhões para a Consumers Energy, concessionária do grupo CMS Energy+2.52% — CMS Energy, up 2.52 percent today (NYSE: CMS) que atende 1,8 milhão de clientes de gás natural em todo o estado 14.

A Consumers pedia US$ 240 milhões quando protocolou o processo U-21981 em 16 de dezembro de 2025 2 e ainda defendia US$ 231,5 milhões em outubro, com retorno sobre o patrimônio líquido de 10,25%, a taxa de lucro que uma concessionária pode auferir, aplicado a uma base tarifária de US$ 12,364 bilhões 3. A comissão concedeu 58% do valor pedido, fixou o retorno em 9,8% 4 e deixou a residência típica pagando US$ 3,92 a mais por mês a partir de 1º de novembro 5.

Os bancos julgaram primeiro

Seis bancos reduziram suas projeções para a ação antes de os conselheiros se pronunciarem. Entre 18 de agosto e 14 de outubro, JPMorgan cortou o preço-alvo de US$ 85 para US$ 76; BMO, de US$ 82 para US$ 73; Jefferies−0.72% — Jefferies, down 0.72 percent today, de US$ 78 para US$ 71; Scotiabank, de US$ 87 para US$ 78; Truist+0.52% — Truist, up 0.52 percent today, de US$ 81 para US$ 77; e Morgan Stanley−0.77% — Morgan Stanley, down 0.77 percent today, de US$ 80 para US$ 77 678. Somente o BMO explicou o motivo, ao vincular o corte de 5 de outubro às expectativas em torno do processo tarifário 9.

A ação era negociada a US$ 67,11 em 15 de outubro, perto da mínima em 52 semanas de US$ 62,28 8. O papel caiu 11,1% nos últimos 12 meses, enquanto o S&P 500 avançou 19,2%, e o preço-alvo médio dos analistas segue perto de US$ 77 10.

Seis bancos cortaram os preços-alvo da CMS Energy entre US$ 3 e US$ 9 antes da decisão de Michigan

  • Preço-alvo de pico
  • Preço-alvo atual
$0$20$40$60$80$100Scotiabank$78$87-10%JPMorgan$76$85-11%BMO$73$82-11%Truist$77$81-4.9%Morgan Stanley$77$80-3.7%Jefferies$71$78-9.0%
Data
Preço-alvo de picoPreço-alvo atualChange
Scotiabank$87$78-10.3%
JPMorgan$85$76-10.6%
BMO$82$73-11.0%
Truist$81$77-4.9%
Morgan Stanley$80$77-3.7%
Jefferies$78$71-9.0%
Preços-alvo de pico e atuais por banco, de 18 de agosto a 14 de outubro de 2026, com base em relatórios de analistas datados; os cortes variam de US$ 3 (Morgan Stanley) a US$ 9 (Scotiabank, JPMorgan e BMO). A ação da CMS era negociada a US$ 67,11 em 15 de outubro de 2026, abaixo de todos os preços-alvo exibidos.6,7,8

Michigan manteve o retorno e cortou os gastos

O retorno de 9,8% não é uma punição: o consultor do Citizens Utility Board of Michigan (CUB), entidade de defesa do consumidor, observa que o número está em linha com as últimas decisões da DTE e da Consumers em processos de gás 1. O valor também equivale aos 9,80% aceitos pelas concessionárias da Duke Energy nas Carolinas em acordos que aguardam decisão final 3.

O retorno de 9,8% está em linha com decisões recentes, não é punição

0%5%10%15%Pedido da Consumers10.25%Concedido9.8%Acordos da Duke9.8%Pedido de Nessel9.2%Consultor do CUB8.8%
Data
Value
Pedido da Consumers10.25%
Concedido9.8%
Acordos da Duke9.8%
Pedido de Nessel9.2%
Consultor do CUB8.8%
Retorno sobre o patrimônio líquido no processo U-21981, em porcentagem: a Consumers defendia 10,25% em outubro; a comissão fixou 9,8% em 15 de outubro; as concessionárias da Duke Energy nas Carolinas aceitaram 9,80% em acordos que aguardam decisão final; a procuradora-geral Dana Nessel pediu 9,20%; e o consultor do Citizens Utility Board apontou 8,8% como o valor justificável.1,2,3,4

Os cerca de US$ 101 milhões, porém, saíram dos gastos. Os conselheiros glosaram US$ 7,9 milhões em trabalhos de integridade de gasodutos por um "padrão de superestimativa de custos e de gastos abaixo do projetado", e reduziram o principal programa de substituição de gasodutos de US$ 234,2 milhões para US$ 207 milhões 15.

A procuradora-geral Dana Nessel, que defendia um retorno de 9,20% e um teto de 3,5% para os aumentos, contabiliza quase US$ 800 milhões em reajustes da Consumers desde 2020 24. O CUB afirma que um retorno de 8,8% teria poupado aos clientes mais US$ 50 milhões por ano 1.

27 de outubro define o significado dos cortes

A CMS divulga em 27 de outubro os resultados do terceiro trimestre, acompanhados de um outlook de negócios e financeiro 11 — o primeiro plano completo da companhia desde 28 de julho, quando saiu do desenvolvimento de renováveis fora do negócio de concessionária em seu braço NorthStar Clean Energy e indicou lucro de 2027 entre US$ 4,08 e US$ 4,17 por ação, abaixo das estimativas de Wall Street na época 1012. Os analistas agora esperam US$ 1,16 no trimestre e US$ 4,16 em 2027 10.

O próximo processo é elétrico

Um aumento elétrico de US$ 456 milhões, protocolado em junho, está na fila, atrás desta decisão 212. E a comissão já precifica a carga dos data centers: em 1º de outubro, aprovou contratos que permitem à DTE Electric, a outra grande concessionária de Michigan, atender um data center da Google, e disse que o acordo protege os demais clientes dos custos do projeto 13.

O número a acompanhar é o ponto médio de 2027: US$ 4,13 indicados pela companhia contra US$ 4,16 esperados. O BMO atrelou seu corte ao processo tarifário; se os outros cinco bancos estavam precificando a mesma lacuna, é em 27 de outubro que ela se fecha — ou se alarga.

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AI-generated from this story and its cited sources. Not investment advice.

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